Lactobacillus rhamnosus, LGG®, da Chr. Hansen

A cepa probiótica mais bem documentada do mundo

A cepa Lactobacillus rhamnosus, LGG® (a partir de agora somente será usada a marca registrada LGG®) é a cepa probiótica mais bem documentada do mundo. Desde 1990, LGG® é usada como ingrediente em alimentos e suplementos alimentícios em todo o mundo, sem problemas de segurança.  

Ela foi amplamente estudada em várias áreas da saúde, em recém-nascidos,1 prematuros,2 crianças,3, 4, 5 mulheres grávidas,6, 7 adultos8 e nos idosos,9 sem problemas de segurança.  

A cepa LGG® foi descrita em mais de 250 publicações de estudos em humanos.  

 

Alta tolerância à bile e aos ácidos 

Pesquisas laboratoriais demonstraram que a cepa probiótica LGG® tem alta tolerância à bile e aos ácidos. Isso pode ser importante para que uma cepa probiótica sobreviva à passagem pelo trato gastrointestinal e para seus potenciais efeitos benéficos. (Ref.: Dados de Chr. Hansen Human Health Development [Desenvolvimento da Saúde Humana da Chr. Hansen]). 

A cepa LGG® promove a função de barreira intestinal ao ajudar na integridade intestinal e no suporte ao sistema imunológico. (Ref.: Dados de Chr. Hansen Human Health Development [Desenvolvimento da Saúde Humana da Chr. Hansen]).  

 

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Em crianças, algumas das áreas de saúde mais pesquisadas com a cepa probiótica LGG®  são:  

  • Fezes soltas e aguadas 
    A LGG® foi associada a menos ocorrências1 e episódios mais curtos de fezes moles e aguadas5, 10, 11 e hábitos de evacuação normais.3, 11  

  • Problemas de saúde relacionados à hospitalização  
    A LGG® foi associada a menos problemas do sistema digestivo relacionados à hospitalização4 e menos ocorrências de desconforto do trato respiratório, que pode aparecer após a hospitalização.

  • Problemas imunológicos relacionados à saúde respiratória  
    A LGG® foi associada a menos problemas respiratórios, 4, 12 menos ocorrências de problemas respiratórios que duram mais de três dias,4, 12 e significativamente menos dias com sinais de desconforto respiratório.11  

  • Saúde bucal  
    Com base em estudos humanos e avaliação microbiológica, a LGG® foi associada a dentes mais saudáveis,13 e a níveis mais baixos de bactérias específicas que contribuem para problemas na saúde bucal.14  


Em adultos, algumas das áreas de saúde mais pesquisadas com a cepa LGG® são:  

  • Fezes moles relacionadas a viagens  
    A LGG® foi associada a uma redução na ocorrência de fezes moles que os viajantes costumam ter ao viajar para países, regiões e áreas que apresentam mais chance de exposição a bactérias desconhecidas.8 

  • Saúde imunológica  
    A suplementação probiótica com LGG® foi associada a níveis significativamente mais altos de anticorpos (proteínas naturais integrantes do funcionamento do sistema imunológico), o que sugere suporte à saúde imunológica.15  
 

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Apenas a Chr. Hansen pode oferecer a verdadeira LGG® 

A Chr. Hansen utiliza sequenciamento de última geração para gerar uma sequência fechada de genoma de referência da cepa probiótica LGG®. Os resultados e sequências de genoma foram validados e aprovados por um terceiro independente. A cepa de produção da Valio e da Chr. Hansen tem permanecido estável e genomicamente idêntica nos últimos 25 anos. 

Foi observado em 2019 que o depósito de referência ATCC da LGG (ATCC53103) não era genomicamente idêntico à cepa de produção LGG®, da Chr. Hansen, ou à sequência LGG publicada.16 Por essa razão, a cepa de produção LGG® da Chr. Hansen foi depositada na coleção de culturas DSMZ (DSM33156). 

 

  • Há mais de 25 anos, a LGG®, da Chr. Hansen, tem 100% de estabilidade genômica 
    A cepa probiótica da Chr. Hansen tem permanecido estável e genomicamente idêntica nos últimos 25 anos. 
  • A verdadeira LGG® , da Chr. Hansen, é a cepa usada em mais de 75% de todas as publicações baseadas em estudos humanos.
    A Valio ou a Chr. Hansen forneceram a cepa LGG® para mais de 75% de todas as publicações baseadas em estudos humanos, que investigam Lactobacillus rhamnosus GG. Isso significa que, em menos de 25% das publicações sobre estudos humanos, a cepa foi fornecida por outro fornecedor ou é desconhecida. 

  • Os resultados e sequências são fornecidos e aprovados por terceiros independentes.
    Os resultados da nossa análise de genoma e sequência foram validados e aprovados por um terceiro independente. 

  • A cepa LGG® , da Chr. Hansen, é estável por até três anos em temperaturas de até 30 graus (zona 4b).


A cepa probiótica LGG®  é segura para consumo humano. Na Europa, ela recebeu o estatuto QPS (do inglês “Qualified Presumption of Safety” – suposição qualificada de segurança)17 e foi objeto de uma notificação GRAS (do inglês “Generally Recognized As Safe” – geralmente reconhecida como segura) para a agência federal norte-americana “Food and Drug Administration”,18 como não apresentando problemas de segurança. 


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LGG® é uma marca registrada da Chr. Hansen A/S.


 

Referências

1 Arvola T, et al. Pediatrics. 1999;104(5):e64.
2 Underwood MA, et al. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 2009;48(2):216-25.
3 Vanderhoof JA, et al. The Journal of Pediatrics. 1999;135(5):564-8.
4 Hojsak I, et al. Pediatrics. 2010;125(5):e1171-7.
5 Isolauri E, et al.Pediatrics. 1991;88(1):90-7.
6 Gueimonde M, et al. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 2006;42(2):166-70.7. Lahtinen SJ, et al. J Allergy Clin Immunol. 2009;123(2):499-5019. Hatakka K, et al. J Dent Res. 2007;86(2):125-30.
10 Sindhu KNC, et al. Clinical infectious diseases: an official publication of the Infectious Diseases Society of America. 2014;58(8):1107-15.
11 Aggarwal S, et al. Indian J Med Res. 2014;139(3):379-85.
12 Hojsak I, et al. Clin Nutr. 2010;29(3):312-6.
13 Nase L, et al. Caries Res. 2001;35(6):412-20.
14 Glavina D, et al. Coll Antropol. 2012;36(1):129-32.
15 Davidson LE, et al. Eur J Clin Nutr. 2011;65(4):501-7.
16 Vos WM. 2009. Proc Natl Acad Sci United States Am 106:17193 –17198.
17 EFSA Panel on Biological Hazards (BIOHAZ). EFSA Journal. 2015;13:4331.
18 Food and Drug Administration. GRAS Notice No GRN 000049. 2002.

 

Esta comunicação se destina exclusivamente a B2B e a profissionais de saúde. Esta comunicação não se destina a consumidores de bens de consumo finais. Nada nesta página deve ser interpretado como uma alegação aprovada.  

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