Três crianças bebendo e comendo

ProKids

Iogurte para beber saboroso, com a cepa probiótica mais bem documentada do mundo, Lactobacillus rhamnosus (LGG®)

Deseja ampliar seu portfólio de produtos lácteos e criar um iogurte funcional infantil? 

Os pais querem fazer as escolhas alimentícias certas para que seus filhos continuem saudáveis, mas hoje as opções ilimitadas criam confusão, e a decisão se torna mais difícil. No caso dos produtos lácteos, as ofertas voltadas especificamente para crianças são limitadas a poucas opções de produtos funcionais.

Criar um iogurte para beber funcional, que inclui a cepa probiótica mais bem documentada do mundo, Lactobacillus rhamnosus (LGG®), é uma oportunidade de atender as necessidades dos consumidores, diferenciando e capturando o crescimento em uma categoria que está pronta para a inovação. 

Uma nova cultura para iogurte para beber infantil 

A Chr. Hansen oferece soluções probióticas com a linha NU-TRISH®. NU-TRISH® GY-1 é uma nova cultura, que foi desenvolvida com o acréscimo da cepa LGG®  a uma cultura para iogurte cuidadosamente combinada. O resultado é um iogurte para beber muito suave e saboroso, com uma alta contagem celular de bactérias probióticas vivas, que agradará ao paladar jovem e a pais preocupados com a saúde. A cepa LGG®  é a cepa mais bem documentada do mundo, descrita em mais de 1.100 publicações1  e estudada em mais de 300 ensaios clínicos1.

Ensaios clínicos

O grande número de publicações científicas e estudos clínicos sobre o Lactobacillus rhamnosus (LGG®) indica que a cepa probiótica pode ter efeitos benéficos sobre a função gastrointestinal e imunológica:

  • Pode reduzir infecções do trato respiratório3
  • Pode aumentar a resposta imunológica4
  • Pode reduzir choro e irritabilidade em bebês5
  • Pode aliviar sintomas de irritação na pele6 

Nada nesta página deve ser considerado uma alegação aprovada.

1 Em novembro de 2017
2  Hatakka et al. 2001, Hojsak et al. 2010a, Hojsak et al. 2010b, Smith et al. 2013
3 de Vrese et al. 2005
4 Pärtty et al. 2013
5 Isolauri et al. 2000

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